We are two Portuguese men in Flensburg!!
01/03/12
05/03/11
Auf Wiedersehen Flensburg
DE volta a Portugal é tempo de relembrar Flensburg e todos os amigos que lá deixamos.
Foi uma das maiores experiências da minha vida, se não a maior.
A todos aqueles que participaram em toda esta história o nosso muito obrigado!!
O Blog não irá fechar e com certeza um dia voltarei a dar notícias, sabe-se lá de que???
Auf Wiedersehen Flensburg
Foi uma das maiores experiências da minha vida, se não a maior.
A todos aqueles que participaram em toda esta história o nosso muito obrigado!!
O Blog não irá fechar e com certeza um dia voltarei a dar notícias, sabe-se lá de que???
Auf Wiedersehen Flensburg
25/02/11
Nächste Halt Minde!!!!!!!!
Como tudo o que começa também acaba, a minha aventura e do Rúben chegou ao fim.
Muitas histórias foram aqui contadas e muitas outras por uma ou por outra razão esquecidas, tendo eu de pedir desculpas às pessoas que foram essenciais a que elas existissem. (peço desculpas Sr.Estrela, não é que eu goste de ti, mas foi por falta de tempo :) )
Estas últimas semanas foram uma mistura de trabalho e festa. Trabalhos para apresentar e entregar, exame de Alemão (passado com distinção, em 100, tirei 83).
Com a nossa querida professora ao lado mais o Grande Amigo Cihan.
A grande festa de despedida foi na passada 5ª feira com a presença de aproximadamente 150 pessoas, na residência Norderbuse. Foi como que um dos melhores momentos até agora, conseguir reunir quase todas as pessoas que conhecemos em Flensburg, dos vários cantos do Mundo.
Os nossos amigos Alemães não nos deixaram sair daqui sem uma bela de uma surpresa... umas belas de umas recordações que nunca nos vão deixar esquecer, o quão bem recebidos fomos neste País.
Claro está que não me posso esquecer aqui do nosso Grande Companheiro de todas as horas, o Cihan. Foi uma felicidade tê-lo encontrado. Com ele partilha-mos inúmeros momentos que nunca iremos esquecer, e fez.nos quase fazer além de um Erasmus físico na Alemanha, um Erasmus cultural na Turquia, ou seja um 2 em 1.
A mensagem que ficou é que queremos que todo pessoal apareça em Portugal, para ver como é bom viver num país com Sol :)!!
Como já muitos sabem, ao contrário do que seria de esperar não vou para Portugal de Avião, mas sim, de Camião.
Aqui quero deixar agradecimentos às várias pessoas que tornaram esta aventura possível, Carlos Abreu, Hugo Afonso e Sr Afonso da empresa Transfon,e que me convenceu em todos os aspetos pela positiva!
Primeiro seria impossível arranjar melhor piloto e seria impossível comer um cozido (por ele feito no primeiro dia), a bordo de um avião. Por último o valor da viagem é muito maior.
Agora é descer até Portugal.
Vemo-nos em Breve
Muitas histórias foram aqui contadas e muitas outras por uma ou por outra razão esquecidas, tendo eu de pedir desculpas às pessoas que foram essenciais a que elas existissem. (peço desculpas Sr.Estrela, não é que eu goste de ti, mas foi por falta de tempo :) )
Estas últimas semanas foram uma mistura de trabalho e festa. Trabalhos para apresentar e entregar, exame de Alemão (passado com distinção, em 100, tirei 83).
Com a nossa querida professora ao lado mais o Grande Amigo Cihan.
A grande festa de despedida foi na passada 5ª feira com a presença de aproximadamente 150 pessoas, na residência Norderbuse. Foi como que um dos melhores momentos até agora, conseguir reunir quase todas as pessoas que conhecemos em Flensburg, dos vários cantos do Mundo.
Os nossos amigos Alemães não nos deixaram sair daqui sem uma bela de uma surpresa... umas belas de umas recordações que nunca nos vão deixar esquecer, o quão bem recebidos fomos neste País.
Claro está que não me posso esquecer aqui do nosso Grande Companheiro de todas as horas, o Cihan. Foi uma felicidade tê-lo encontrado. Com ele partilha-mos inúmeros momentos que nunca iremos esquecer, e fez.nos quase fazer além de um Erasmus físico na Alemanha, um Erasmus cultural na Turquia, ou seja um 2 em 1.
A mensagem que ficou é que queremos que todo pessoal apareça em Portugal, para ver como é bom viver num país com Sol :)!!
Como já muitos sabem, ao contrário do que seria de esperar não vou para Portugal de Avião, mas sim, de Camião.
Aqui quero deixar agradecimentos às várias pessoas que tornaram esta aventura possível, Carlos Abreu, Hugo Afonso e Sr Afonso da empresa Transfon,e que me convenceu em todos os aspetos pela positiva!
Primeiro seria impossível arranjar melhor piloto e seria impossível comer um cozido (por ele feito no primeiro dia), a bordo de um avião. Por último o valor da viagem é muito maior.
Agora é descer até Portugal.
Vemo-nos em Breve
20/02/11
Münster e um pequeno regresso a território português.
No passado fim de semana tivemos oportunidade de ir a Münster, cidade no centro da Alemanha numa das zonas mais ricas e populosas de toda a Europa.
Antes de passar a contar algumas das coisas que por lá se passaram não queria deixar passar em branco a fantástica canja que o nosso amigo Mário nos proporcionou em Hamburgo no nosso Sr. Frango, restaurante típico português, por onde já tínhamos passado anteriormente. Foi como que uma bênção voltar a sentir passados 5 meses o gosto de um belo caldo de frango, seguido de um belo frango assado à boa maneira Portuguesa.
DE malas e bagagens prontas lá aproveitamos a boleia do Mário até à cidade de Osnabrück, onde apanhamos um comboio até Münster.
Esta viagem há muito que estava planeada, pois mais uma vez o meu sócio Rúben tinha por aqui, também família. Interessante o fato de ele nunca ter visto ninguém da sua família que se encontra na Alemanha, anteriormente.
Assim sendo lá fomos rumo ao desconhecido. Chegados à estação olhamos à nossa volta de forma a tentar encontrar uma senhora que no meio de todos aqueles alemãs tivesse ar alentejano. Não foi difícil já que a Ti Fatinha trazia um papel na mão procurando pelo seu sobrinho desconhecido, que tanto queria ver.
Numa cena à "Ponto de Encontro" lá se demos todos a conhecer e seguimos viagem com o senhor Zeca até à casa da nossa anfitriã, onde nos esperava um fantástico pitéu, Salmão e batatas no forno com um molho delicioso, impróprio para estudantes Erasmus.
Todos sentados À mesa foi tempo para conhecer o porquê de existirem alguns milhares de portugueses nesta cidade, e algumas belas histórias daqueles que por aqui chegaram nos anos 70, ainda antes do 25 de Abril.
Por exemplo o Sr. Zeca tinha vindo para cá com 18 anos ter com o pai. Primeira aventura foi passar a fronteira entre Portugal e Espanha no meio do nada numa noite bem fria, onde iria apanhar o comboio até à fronteira com França. Aqui mais um problema apareceu, ter de apresentar um documento que não tinha, sem o qual não podia entrar em França.Solução???Simples fugir ao revisor.
Mais algumas aventuras por França, lá chegou o pobre do jovem à Alemanha onde apenas a garantia de ver o pai sabia. Sem saber a língua Alemã foi extremamente difícil avançar com a vida sendo o seu primeiro emprego imagine-se como tradutor :) de alemão para as muitas portuguesas que por aqui andavam a fazer limpezas.
História parecida tinha a Tia Fatinha que também bem nova rumou à Alemanha e tal como o Sr. Zeca e os muitos portugueses, sem certezas de nada.
Uma das histórias mais engraçadas que ouvimos foi a de muitas vezes os portugueses não se entenderem uns com os outros naquela altura e andaram casualmente à porrada. A maioria das vezes assistiam-se a derbies entre Transmontanos Alentejanos..., por vezes originados pelas diferentes formas de falar, incluindo palavrões.
Mais histórias ouvímos, que poderiam dar um bom livro...
Jantar acabado com algum cansaço em cima, e na mente que no próximo dia queríamos acordar bem cedo para ver a cidade, lá fomos nós descansar.
Não esquecer que foi neste dia que a fantástica Revolução Egípcia que com tanta atenção seguimos, se deu. Um bom exemplo para muitos países incluindo o nosso de que as pessoas ainda têm algo a dizer no que à política de um país diz respeito.
Acordados de fresco, tínhamos à nossa espera a filha da Ti Fatinha, a Cláudia e um pequeno-almoço digno de um hotel. Tentando petiscar um pouco de tudo, lá enchemos nós mais uma vez a nossa barriga, que durante estes três dias levou um belo de um tratamento.
Rumo à descoberta de Münster, fomos em direção ao centro, onde o que nos tinham dito anteriormente ficava provado. Cidade com mais bicicletas por km2 da Alemanha e com inúmeras igrejas.
Fomos a uma destas igrejas que tinha uma caraterística curiosa, a de ter um relógio que marcava 24 horas. Tivemos a sorte de o apanhar ao meio dia, pois a esta hora tinha uma espécie de gincana de Reis Magos em volta de um Jesus que aparecia no meio do relógio.
Além da catedral fomos também a um palácio e a um grande lago existentes na cidade.
Com Almoço marcado para a uma lá chegamos nós ao "Hotel Fatinha" onde um fantástico cabrito nos esperava.
Mais uma vez a nossa barriga foi quem sofreu e ficámos excelentemente tratados. Fomos convidados pelo
Chegados ao campo fomos surpreendidos por um frio e um vento intensos que só nos permitiram por uns minutos ver que a alma lusitana continuava bem viva, mesmo após 40 anos e 2 gerações dos primeiros portuguesas que por cá chegaram.
Para completar a jornada Tuga fomos À associação onde bebemos uma bela de uma Sagres bem ao gosto Luso.
Para esta noite de sábado tínhamos encontro e saída marcada com o filho do Sr. Zeca, o Patrick. Fiquei impressionado com o fato de ele embora ser da 3ª Geração amar e saber mais de Portugal que muitos Portugueses que por lá andam. Um dos objetivos dele é poder lá tirar o mestrado e quem sabe por lá ficar. Quando muitas vezes pensamos que países como a Alemanha só nos dão rosas este é um bom exemplo de que nada paga o nosso Sol, a nossa cultura...
Antes de irmos ao clube como combinado passamos mais uma vez pela associação para ver um belo de um empate do sempre fantástico Sporting :).
Para a noite um Clube alternativo com som bem agradável que nos permitiu passar uma bela de uma noitada.
Dia de Domingo foi a vez de arrumar a troxa e pensar em vir de novo para Flensburg, sem antes passar pela casa da nossa família de acolhimento aqui pela Alemanha, ou seja, os "Vianas", a quem nunca vamos conseguir agradecer por tudo aquilo que nos têm feito.
Esta foi a nossa última viagem antes de rumarmos a Portugal.
Muitos já devem saber que no meu caso uma longa jornada de Camião se avizinha!!!
10/02/11
Já diz o nome Terrujem das Babosas
Quase quase a chegar ao fim, não podíamos deixar esta terra, que para sempre nos vai ficar na vida como um grande página da nossa história, sem visitar a local fábrica de cerveja.
Já sabemos que estamos na capital mundial da cerveja, fazendo jus a isso, o nome em Minderico, "Terrujem das Babosas" (Terra das Cervejas).
Pelos vistos é tradição daqui quase todas as cidades e até mesmos vilas, terem a sua própria cerveja, quer fabricada em modo artesanal ou industrial. Flensburg não escapa e faz a bela da Flensburger Brauerei que por tantas vezes já tivemos oportunidade de saborear.
Apesar de ser uma excelente cerveja, aleada a umas modernas instalações apenas aparece em 49º lugar no ranking das cervejas alemãs mais consumidas!!!!!!!!
Muito diferente do nosso Portugal onde apenas duas marcas rodam em torno das nossas bocas :).
Engraçado foi ver que para produzir aproximadamente 30000 cervejas por hora apenas uns 10 empregados eram necessários o que assusta um pouco que malta como eu deseja um dia ter um sítio para trabalhar.
No fim à bela Portuguesa tivemos uma prova de cervejas e petiscos Alemães totalmente gratuita.
Já agora não esquecer que nesta semana a nossa companheira de sempre Lúcia voltou a Flensburg, claro que não por mim , mas pelo meu querido Alentejano!
Flensburg está quase a rebentar e Portugal já começa a aparecer de novo no horizonte
Já sabemos que estamos na capital mundial da cerveja, fazendo jus a isso, o nome em Minderico, "Terrujem das Babosas" (Terra das Cervejas).
Pelos vistos é tradição daqui quase todas as cidades e até mesmos vilas, terem a sua própria cerveja, quer fabricada em modo artesanal ou industrial. Flensburg não escapa e faz a bela da Flensburger Brauerei que por tantas vezes já tivemos oportunidade de saborear.
Apesar de ser uma excelente cerveja, aleada a umas modernas instalações apenas aparece em 49º lugar no ranking das cervejas alemãs mais consumidas!!!!!!!!
Muito diferente do nosso Portugal onde apenas duas marcas rodam em torno das nossas bocas :).
Engraçado foi ver que para produzir aproximadamente 30000 cervejas por hora apenas uns 10 empregados eram necessários o que assusta um pouco que malta como eu deseja um dia ter um sítio para trabalhar.
No fim à bela Portuguesa tivemos uma prova de cervejas e petiscos Alemães totalmente gratuita.
Já agora não esquecer que nesta semana a nossa companheira de sempre Lúcia voltou a Flensburg, claro que não por mim , mas pelo meu querido Alentejano!
Flensburg está quase a rebentar e Portugal já começa a aparecer de novo no horizonte
04/02/11
Finalmente Fotos de Copenhaga
Caros Visitantes desde já as minhas desculpas por ter deixado o blogue ao abandono nos últimos dias, mas o trabalho tem apertado muito.
Duas apresentações, dois papers, e mais uma série de coisas a fazer.
Espero que gostem de algumas das fotos de Copenhaga. Vou tentar colocar mais assim que possível.
Abraços desde esta terra que me vai custar deixar :)
17/01/11
16/01/11
Couchsurfing in Copenhagen, my first time
Os fins de semana livres para viajar estão quase no fim, mas tal como planeado, Copenhaga era destino a visitar.
Desta vez tudo foi planeado um pouco "em cima do joelho", mas mais uma vez tudo correu perfeitamente.
O caminho até Copenhaga foi feito nos fantásticos comboios alemães e dinamarqueses,4 horinhas que passaram num instante.
Durante os últimos meses em Flensburg, fui finalmente introduzido ao Mndo do Couchsurfing, por uma amiga. Para os que nunca ouviram falar disto, basicamente é um sítio da net onde se pode tanto oferecer como hospedar pessoas que não conhecemos de lado nenhum!!
Este foi o meio usado para garantir um telhado em Copenhaga!
Mikkel foi o lisonjiado, e a experiência não podia ter corrido da melhor forma.
Chegar a casa e ser recebido com uma bela de uma cervejinha bem fresquinha,só mesmo usando Couchsurfing.
Além de nós mais um rapaz da Polónia estava na casa.Como normal, de início todos estavamos de pé atrás com ambos,pois isto de viver em casa de pessoas que nunca vimos na vida, não era bem normal para nós.
Bem depressa aprendemos e mostramos qual o caminho a seguir.
Sem esperarmos, alguns amigos do Mikkel vieram jantar a casa e tudo estava preparado para uma grande noite de festa.
Primeiro em casa e depois uma bela de uma festa Reggae.
Noite que nos levou à exaustão,mas como já devem saber não somos do tipo de pessoas de ficar em casa a queixar-se, por isso, lá fomos nós às 10 horas, à descoberta de mais uma das Capitais Europeias.
Com a lição mais ou menos estudada, os locais a visitar estavam decididos.
Para começar nada melhor que um típico cemitério Nórdico, onde o mais famoso escritor dinamarquês está sepultado, Hans Christian Andersen.
Em direção ao centro deu para perceber que a zona da cidade onde ficamos, mais se parecia com uma normal parte do Cairo,no Egito, devido à grande quantidade de lojas Arábicas.
Tal como na Holanda a bicicleta também é rainha nesta cidade.
Lugares como a famosíssima estátua "A Pequena Sereia", Museu Nacional, Castelo de Rosenborg, Nyhavn, Frederiks Church,Strøget street,Christianian, fizeram parte da nossa rota.
Christianian,é como um dos mais estranhos lugares que alguma vez visitei.Tal como escrito nas placas à entrada deste "Bairro", é como se estivessemos fora da Dinamarca e da União Europeia.Aqui parece que o Anarquismo impera. Num país onde drogas são ilegais, neste lugar tal não acontece.
Tudo acontece de uma forma muito normal,pequenas barracas com enormes quantidades de droga em exposição,tal como se de um normal produto se trata-se.
Pareceu um lugar muito suspeito já que o silêncio e a escuridão imperam,e além do mais, as fotos aqui são proibidas.
Apesar do dia ter sido longo e cansativo, mais uma festa nos esperava em casa. O tema era os Anos 80 da música do leste da Alemnaha e da Polónia.
Mais uma vez mostramos o que valem os Portuguese,e o quão felizes somos, mesmo não tendo as mesmas condições económicas que os Dinamarqueses.
Apesar de curta foi uma excelente viagem, tipo uns "5 minutos à Benfica", como diria o nosso amigo Vilarinho.
Parece que não irei voltar tão depressa aos hostel, pois este é o melhor meio de viajar e conhecer as pessoas locais, e no final o pagamento é um simples sorriso e obrigado.
Tak Tak Mikkel por este grande momento!!
Desta vez tudo foi planeado um pouco "em cima do joelho", mas mais uma vez tudo correu perfeitamente.
O caminho até Copenhaga foi feito nos fantásticos comboios alemães e dinamarqueses,4 horinhas que passaram num instante.
Durante os últimos meses em Flensburg, fui finalmente introduzido ao Mndo do Couchsurfing, por uma amiga. Para os que nunca ouviram falar disto, basicamente é um sítio da net onde se pode tanto oferecer como hospedar pessoas que não conhecemos de lado nenhum!!
Este foi o meio usado para garantir um telhado em Copenhaga!
Mikkel foi o lisonjiado, e a experiência não podia ter corrido da melhor forma.
Chegar a casa e ser recebido com uma bela de uma cervejinha bem fresquinha,só mesmo usando Couchsurfing.
Além de nós mais um rapaz da Polónia estava na casa.Como normal, de início todos estavamos de pé atrás com ambos,pois isto de viver em casa de pessoas que nunca vimos na vida, não era bem normal para nós.
Bem depressa aprendemos e mostramos qual o caminho a seguir.
Sem esperarmos, alguns amigos do Mikkel vieram jantar a casa e tudo estava preparado para uma grande noite de festa.
Primeiro em casa e depois uma bela de uma festa Reggae.
Noite que nos levou à exaustão,mas como já devem saber não somos do tipo de pessoas de ficar em casa a queixar-se, por isso, lá fomos nós às 10 horas, à descoberta de mais uma das Capitais Europeias.
Com a lição mais ou menos estudada, os locais a visitar estavam decididos.
Para começar nada melhor que um típico cemitério Nórdico, onde o mais famoso escritor dinamarquês está sepultado, Hans Christian Andersen.
Em direção ao centro deu para perceber que a zona da cidade onde ficamos, mais se parecia com uma normal parte do Cairo,no Egito, devido à grande quantidade de lojas Arábicas.
Tal como na Holanda a bicicleta também é rainha nesta cidade.
Lugares como a famosíssima estátua "A Pequena Sereia", Museu Nacional, Castelo de Rosenborg, Nyhavn, Frederiks Church,Strøget street,Christianian, fizeram parte da nossa rota.
Christianian,é como um dos mais estranhos lugares que alguma vez visitei.Tal como escrito nas placas à entrada deste "Bairro", é como se estivessemos fora da Dinamarca e da União Europeia.Aqui parece que o Anarquismo impera. Num país onde drogas são ilegais, neste lugar tal não acontece.
Tudo acontece de uma forma muito normal,pequenas barracas com enormes quantidades de droga em exposição,tal como se de um normal produto se trata-se.
Pareceu um lugar muito suspeito já que o silêncio e a escuridão imperam,e além do mais, as fotos aqui são proibidas.
Apesar do dia ter sido longo e cansativo, mais uma festa nos esperava em casa. O tema era os Anos 80 da música do leste da Alemnaha e da Polónia.
Mais uma vez mostramos o que valem os Portuguese,e o quão felizes somos, mesmo não tendo as mesmas condições económicas que os Dinamarqueses.
Apesar de curta foi uma excelente viagem, tipo uns "5 minutos à Benfica", como diria o nosso amigo Vilarinho.
Parece que não irei voltar tão depressa aos hostel, pois este é o melhor meio de viajar e conhecer as pessoas locais, e no final o pagamento é um simples sorriso e obrigado.
Tak Tak Mikkel por este grande momento!!
10/01/11
Portekizli Arkadaslarimla 'Güçüne güç katmaya geldik' tezahüratı
Como já tinha dito apesar de estarmos na Alemanha, o intercâmbio cultural não é só com Alemães.
Umas das grandes amizades que vamos levar daqui é o nosso AMIGO Cihan, Turco.
Já se sabe que uma das coisas mais comuns no gosto das pessoas hoje em dia é o Futebol, e neste momento uma avalanche de Portugueses invadiu o Besitkas, clube que o nosso Amiga suporta.
Esta música foi nos últimos dias traduzida para Português pelos fãs do Besiktas e nós como não quisemos passar ao lado da Moda de Portugal em terras Turcas, gravámos este vídeo que nos poderá fazer famosos na Turquia :)!
Hoscakal
09/01/11
07/01/11
How to make a Portuguese Snow Man
Depois de alguns problemas, parece que tudo esta de volta ao normal e o Erasmus pode continuar a rolar como antes.
Aqui vos deixo um vídeo onde podem aprender a fazer um grande e bonito boneco de neve Português.
Grande Abraço para o nosso Amigo Dusty que realizou este fantástico trabalho de produção cinematográfica.
Aqui vos deixo um vídeo onde podem aprender a fazer um grande e bonito boneco de neve Português.
Grande Abraço para o nosso Amigo Dusty que realizou este fantástico trabalho de produção cinematográfica.
03/01/11
Ano novo Vida nova Casa nova
Nada melhor para começar o novo ano que uma boa dose de problemas.
Foi o que nos aconteceu ontem,quando estávamos a caminho da Alemanha. O nosso senhorio telefonou-nos avisando de que o nosso quarto estava inundado e de que não podíamos lá dormir. Chegados a Flensburg lá nos levou o Sr. Krogg a mais um novo sítio desta vez uma pousada para passar esta noite, sem ser necessária uma ponte.
Após um belo de um pequeno-almoço lá fomos nós cheios de coragem ver que se tinha passado.
O cenário era caótico, água por todo o lado placas do teto no chão, as nossa coisas molhadas...
Mas como não é fácil deitar o nosso ego abaixo lá começamos a arrumar as nossas coisas e fazer os primeiros balanços: computador do Ruben Kaput,meu disco externo ensupadinho,as nossas queridas texas pareciam copos de água...que mais dizer.
Próxima solução,de novo de regresso ao ponto de partida e a uma das nossas primeiras casas, ou seja Wassessleben.De novo lá fomos com a casa às costas pela 8ªvez em Flensburg!!!!!
Neste momento temos uma nova profissão a que se dá o nome de secador de folhas importantes.
Esperamos que tudo corra da melhor forma!!
Foi o que nos aconteceu ontem,quando estávamos a caminho da Alemanha. O nosso senhorio telefonou-nos avisando de que o nosso quarto estava inundado e de que não podíamos lá dormir. Chegados a Flensburg lá nos levou o Sr. Krogg a mais um novo sítio desta vez uma pousada para passar esta noite, sem ser necessária uma ponte.
Após um belo de um pequeno-almoço lá fomos nós cheios de coragem ver que se tinha passado.
O cenário era caótico, água por todo o lado placas do teto no chão, as nossa coisas molhadas...
Mas como não é fácil deitar o nosso ego abaixo lá começamos a arrumar as nossas coisas e fazer os primeiros balanços: computador do Ruben Kaput,meu disco externo ensupadinho,as nossas queridas texas pareciam copos de água...que mais dizer.
Próxima solução,de novo de regresso ao ponto de partida e a uma das nossas primeiras casas, ou seja Wassessleben.De novo lá fomos com a casa às costas pela 8ªvez em Flensburg!!!!!
Neste momento temos uma nova profissão a que se dá o nome de secador de folhas importantes.
Esperamos que tudo corra da melhor forma!!
Sem Abrigos de novo-Homeless Again
De novo sem casa. Desta vez devido a um cano que se partiu e inudou o nosso quarto.À espera de encontrar soluções para mais este problema.
Again Homeless. This time a broke pipe,inundated our room. We are trying to find Solutions for one more problem.
02/01/11
What's happen in Netherlands stays in Netherlands
Como poderam reparar nos últimos dias, estive pela Holanda, país que qualquer jovem da minha idade pretende visitar,pelas bem conhecidas razões.
Como já é habitual usamos o nosso bem conhecido http://www.mitfahrgelegenheit.de/, para encontrar uma boleia que nos levasse até Utrecht, cidade onde o nosso amigo Dusty está a estudar por um ano.
Após 6 horas de viagem, chegamos ao destino final, Zeist (cidade nos arredarores de Utrecht), onde iríamos ficar nos próximos dias.
Ambiente de residência com estudantes de vários países,com direito a mais um intercâmbio cultural,bem ao meu gosto.
A imagem deixada pelas pessoas da Holanda durante estes dias infelizmente não foi a melhor, ao contrário do que estavamos à espera.As pessoas que nos atendiam nas estações, e os estudantes holandeses da residência, tinham aquilo a que se pode chamar "trombicse aguda",respondendo-nos e olhando-nos sempre da pior forma (não sei se Portugal está a dever muito dinheiro à Holanda, ou se continuam cheios de inveja por no Brasil se falar português e não holandês).
Primeiro destino foi a pequena cidade de Zeist,do tamanho de Flensburg,onde tivemos um primeiro cheiro a Holanda ou seja, canais, coffeeshops, bicicletas.
Neste primeiro passeio conhecemos uma malta de 14- 16 anos, que nos deu a imagem do que pode acontecer num país onde a droga é legal para venda a partir dos 18 anos, ou seja, jovens "mocados" às 4 da tarde, e todos felizes por fumarem erva.
Todos contentes eles lá nos mostraram onde era a coffeshop de Zeist.Entramos mas como a curiosidade era tanta,o nosso amigo Dusty lembrou-se de tirar uma foto com flash, pelo que , o dono não gostou muito e nos mandou para a rua :).
Como já é de esperar não passamos sem dar um pesinho de Dança e fizemos uma incursão na discoteca que faz mecher os estudantes internacionais, a Puma (Max cá do sítio).
Dia seguinte foi a vez de conhecer a bela cidade de Utrecht.
Típica cidade Holandesa, rompida por pequenos canais que traçam as direções das ruas e das casas.
Aqui tivemos a primeira oportunidade de ver engarrafamentos de bicicletas,e de ver o quão perigoso é andar no meio de uma rua Holandesa. O risco de atropelamento para aqueles que desconhecem a lei das prioridades na Holanda é enorme,e claro nós não fomos exceção. Com muito susto à mistura, lá sobrevivemos a mais um desafio.Utrecht é conhecida por ser uma cidade de estudantes e com grande importância no passado a nível religioso, sendo o seu principal monumento a catedral.... No Horizonte de Utrecht a torre desta catedral salta à vista, mas ao dirigirmo-nos na descoberta da catedral um fato salta à vista, uma parte da catedral não existe,devendo-se a uma tempestado no século XVII que fez com que hoje só a torre e a parte de trás ainda estejam de pé.
Próximo dia Amesterdão,cidade onde se diz tudo ser permitido,e a cada pessoa caber decidir aquilo que quer.
Gostei deste lema,mas não deixa de ser curioso e surpreendente observar tudo o que se passa nesta cidade, de tantos contrastes.
Igrejas rodeadas pelas bem famosas montras de Amesterdão (que como sabemos não são lojas que vendam os normais souvenires,mas sim por alugarem mulheres e não só). Milhares de pessoas que andam de bicicleta,que nos pode levar a pensar que se preocupam com a sua saúde, mas depois uma cidade cheia de coffeshops,onde a venda de drogas é legal.
Tal como em Berlim,conhecemos uma boa parte da história de Amesterdão graças a mais um fantástico guia, que sentia toda a magia desta cidade. Aconselho a todos a usarem os guias desta empresa http://www.neweuropetours.eu/ , nas várias cidades onde estão presentes, pois fazem um trabalho fantástico e no fim são as pessoas que dão o dinheiro que quiserem consoante a qualidade que acharam da visita.
Algumas das histórias contadas revelaram o porquê de tantos liberalismos, terem sido 5 portugueses a levar o judaísmo para lá (exite uma sinagoga chamada de Sinagoga Portuguesa), a cultura de luta e protesto dos holandeses, o fato de terem sido dos primeiros países a abolir a escravatura,ter sido em Amesterdão a existência da primeira Bolsa de Valores (sede das West Indies), de terem sido a única cidade durante o Nazismo, onde o povo se uniu na defesa dos Judeus,e muitos outras histórias.
Já é da praxe as longas caminhadas por todas as cidades que temos visitado,e mais uma vez varremos a cidade de ponta a ponta.
Como seria de esperar passamos pela mundialmente famosa Red Light District,e o cenário é de deixar de boca aberta, à semelhança de Hamburgo.
Em qualquer ruela por mais escondida que seja há uma luz vermelha simbolizanda, que ali se "alugam mulheres", desde que se pague.
Como nos foi dito pelo guia todos estes liberalismos que Amesterdão e a Holanda no geral nos proporcionam, podem ter os dias contados,já que o atual governo é bastante conservador e tem mudado e diminuido de dia para dia aquilo que nos foi ensinado de "Amesterdanismo",ou seja, tens liberdade de o fazer,mas és tu a tomar a decisão e tens de respeitar os outros.
Portanto para aqueles que pretendem ver Amesterdão, por aquilo que é mais conhecido aconselho a fazerem uma visita brevemente, ou rezarem para que os cidadãos desta cidade, façam aquilo que melhor sabem fazer, ou seja lutarem pelos seus direitos e ideais.
De volta a Zeist fomos surpreendidos por uma boa quantidade de bombas e foguetes que o Dusty nos tinha comprado. As condições para uns belos "Bums" estavam reunidadas e foi isso que veio a acontecer nos dias seguintes.
Dia de passagem de Ano,parecia uma manhã de alvorada À antiga Minderica. Foguetes mais Foguetes,um cenário digno de uma Guerra, onde as explosões aconteciam num mínimo a 30 segundo.(vejam o vídeo)
Como estava traçado a noite de passagem de ano foi passada no centro de Amesterdão,bem no centro da guerra, pois as bombas e foguetes foram a imagem de marca.
Foi uma passagem de Ano muito boa, que me fez desejar que 2011 possa ser tão bom quanto foi 2010.
Mais histórias espero ter para contar nos próximos dias, sendo que as próximas viagens devem passar por Berlim e Copenhaga.
Um grande 2011 a todos os meus familiares, amigos e visitantes do Blogue!!
Como já é habitual usamos o nosso bem conhecido http://www.mitfahrgelegenheit.de/, para encontrar uma boleia que nos levasse até Utrecht, cidade onde o nosso amigo Dusty está a estudar por um ano.
Após 6 horas de viagem, chegamos ao destino final, Zeist (cidade nos arredarores de Utrecht), onde iríamos ficar nos próximos dias.
Ambiente de residência com estudantes de vários países,com direito a mais um intercâmbio cultural,bem ao meu gosto.
A imagem deixada pelas pessoas da Holanda durante estes dias infelizmente não foi a melhor, ao contrário do que estavamos à espera.As pessoas que nos atendiam nas estações, e os estudantes holandeses da residência, tinham aquilo a que se pode chamar "trombicse aguda",respondendo-nos e olhando-nos sempre da pior forma (não sei se Portugal está a dever muito dinheiro à Holanda, ou se continuam cheios de inveja por no Brasil se falar português e não holandês).
Primeiro destino foi a pequena cidade de Zeist,do tamanho de Flensburg,onde tivemos um primeiro cheiro a Holanda ou seja, canais, coffeeshops, bicicletas.
Neste primeiro passeio conhecemos uma malta de 14- 16 anos, que nos deu a imagem do que pode acontecer num país onde a droga é legal para venda a partir dos 18 anos, ou seja, jovens "mocados" às 4 da tarde, e todos felizes por fumarem erva.
Todos contentes eles lá nos mostraram onde era a coffeshop de Zeist.Entramos mas como a curiosidade era tanta,o nosso amigo Dusty lembrou-se de tirar uma foto com flash, pelo que , o dono não gostou muito e nos mandou para a rua :).
Como já é de esperar não passamos sem dar um pesinho de Dança e fizemos uma incursão na discoteca que faz mecher os estudantes internacionais, a Puma (Max cá do sítio).
Dia seguinte foi a vez de conhecer a bela cidade de Utrecht.
Típica cidade Holandesa, rompida por pequenos canais que traçam as direções das ruas e das casas.
Aqui tivemos a primeira oportunidade de ver engarrafamentos de bicicletas,e de ver o quão perigoso é andar no meio de uma rua Holandesa. O risco de atropelamento para aqueles que desconhecem a lei das prioridades na Holanda é enorme,e claro nós não fomos exceção. Com muito susto à mistura, lá sobrevivemos a mais um desafio.Utrecht é conhecida por ser uma cidade de estudantes e com grande importância no passado a nível religioso, sendo o seu principal monumento a catedral.... No Horizonte de Utrecht a torre desta catedral salta à vista, mas ao dirigirmo-nos na descoberta da catedral um fato salta à vista, uma parte da catedral não existe,devendo-se a uma tempestado no século XVII que fez com que hoje só a torre e a parte de trás ainda estejam de pé.
Próximo dia Amesterdão,cidade onde se diz tudo ser permitido,e a cada pessoa caber decidir aquilo que quer.
Gostei deste lema,mas não deixa de ser curioso e surpreendente observar tudo o que se passa nesta cidade, de tantos contrastes.
Igrejas rodeadas pelas bem famosas montras de Amesterdão (que como sabemos não são lojas que vendam os normais souvenires,mas sim por alugarem mulheres e não só). Milhares de pessoas que andam de bicicleta,que nos pode levar a pensar que se preocupam com a sua saúde, mas depois uma cidade cheia de coffeshops,onde a venda de drogas é legal.
Tal como em Berlim,conhecemos uma boa parte da história de Amesterdão graças a mais um fantástico guia, que sentia toda a magia desta cidade. Aconselho a todos a usarem os guias desta empresa http://www.neweuropetours.eu/ , nas várias cidades onde estão presentes, pois fazem um trabalho fantástico e no fim são as pessoas que dão o dinheiro que quiserem consoante a qualidade que acharam da visita.
Algumas das histórias contadas revelaram o porquê de tantos liberalismos, terem sido 5 portugueses a levar o judaísmo para lá (exite uma sinagoga chamada de Sinagoga Portuguesa), a cultura de luta e protesto dos holandeses, o fato de terem sido dos primeiros países a abolir a escravatura,ter sido em Amesterdão a existência da primeira Bolsa de Valores (sede das West Indies), de terem sido a única cidade durante o Nazismo, onde o povo se uniu na defesa dos Judeus,e muitos outras histórias.
Já é da praxe as longas caminhadas por todas as cidades que temos visitado,e mais uma vez varremos a cidade de ponta a ponta.
Como seria de esperar passamos pela mundialmente famosa Red Light District,e o cenário é de deixar de boca aberta, à semelhança de Hamburgo.
Em qualquer ruela por mais escondida que seja há uma luz vermelha simbolizanda, que ali se "alugam mulheres", desde que se pague.
Como nos foi dito pelo guia todos estes liberalismos que Amesterdão e a Holanda no geral nos proporcionam, podem ter os dias contados,já que o atual governo é bastante conservador e tem mudado e diminuido de dia para dia aquilo que nos foi ensinado de "Amesterdanismo",ou seja, tens liberdade de o fazer,mas és tu a tomar a decisão e tens de respeitar os outros.
Portanto para aqueles que pretendem ver Amesterdão, por aquilo que é mais conhecido aconselho a fazerem uma visita brevemente, ou rezarem para que os cidadãos desta cidade, façam aquilo que melhor sabem fazer, ou seja lutarem pelos seus direitos e ideais.
De volta a Zeist fomos surpreendidos por uma boa quantidade de bombas e foguetes que o Dusty nos tinha comprado. As condições para uns belos "Bums" estavam reunidadas e foi isso que veio a acontecer nos dias seguintes.
Dia de passagem de Ano,parecia uma manhã de alvorada À antiga Minderica. Foguetes mais Foguetes,um cenário digno de uma Guerra, onde as explosões aconteciam num mínimo a 30 segundo.(vejam o vídeo)
Como estava traçado a noite de passagem de ano foi passada no centro de Amesterdão,bem no centro da guerra, pois as bombas e foguetes foram a imagem de marca.
Foi uma passagem de Ano muito boa, que me fez desejar que 2011 possa ser tão bom quanto foi 2010.
Mais histórias espero ter para contar nos próximos dias, sendo que as próximas viagens devem passar por Berlim e Copenhaga.
Um grande 2011 a todos os meus familiares, amigos e visitantes do Blogue!!
31/12/10
Holanda a Bombar!!
Não queria deixar o ano de 2010 sem uma pequena nota acerca da Holanda. Nos últimos dias tenho estado de visita ao nosso amigo Dusty (José Mário para quem não é amigo)
Este é o cenário do último dia do Ano aqui na Holanda, pode assustar as almas mais sensíveis
Este é o último post do ano, por isso desejo um grande 2011 a todos os visitantes do blogue
This is the last post of our blog, so I wish a fantastic 2011 to all the visitors
Este é o cenário do último dia do Ano aqui na Holanda, pode assustar as almas mais sensíveis
Este é o último post do ano, por isso desejo um grande 2011 a todos os visitantes do blogue
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27/12/10
Um Natal diferente do Normal
É chegada a altura do Natal. Já com mais de metade do nosso período de Erasmus decorrido, esta provavelmente é a época que mais saudades desperta nas nossas famílias.
Nós cá continuamos os dois em Flensburg, mas desta vez recebemos um convidado especial para passar o Natal conosco, O nosso caro José Mário Pó, para os amigos Dusty.
Quem já nos viu aos três juntos, sabe o que esperar, e foi isso que aconteceu mais uma vez.
Bonecos de Neve, passeios, vídeos parvos, conversas sérias, conversas parvas... e claro uma seia de Natal digna da época, sem Bacalhau infelizmente, mas nada inferior em termos de qualidade.
Apesar de ser o primeiro Natal que me recordo sem ter o prazer de rasgar o papel de Natal (por isso mais sustentável), não deixou de ser uma experiência engraçada.
O cenário é o típico dos filmes de Hollywood, desta época do Ano: bairros todos bem arranjadinhos decorados harmonizados pelo Branco da neve. Nos últimos dias a neve veio encher Flensburg de um perfume diferente, e reduzir e muito a mobilidade possível.
Nestes dias o meio de transporte é o trenó, só faltando as Renas.
Espero que todos os nosso visitantes tenham tido um Natal tão quente e Feliz quanto o nosso.
Quanto à passagem de Ano vemo-nos por Amesterdão!!!!
Nós cá continuamos os dois em Flensburg, mas desta vez recebemos um convidado especial para passar o Natal conosco, O nosso caro José Mário Pó, para os amigos Dusty.
Quem já nos viu aos três juntos, sabe o que esperar, e foi isso que aconteceu mais uma vez.
Bonecos de Neve, passeios, vídeos parvos, conversas sérias, conversas parvas... e claro uma seia de Natal digna da época, sem Bacalhau infelizmente, mas nada inferior em termos de qualidade.
Apesar de ser o primeiro Natal que me recordo sem ter o prazer de rasgar o papel de Natal (por isso mais sustentável), não deixou de ser uma experiência engraçada.
O cenário é o típico dos filmes de Hollywood, desta época do Ano: bairros todos bem arranjadinhos decorados harmonizados pelo Branco da neve. Nos últimos dias a neve veio encher Flensburg de um perfume diferente, e reduzir e muito a mobilidade possível.
Nestes dias o meio de transporte é o trenó, só faltando as Renas.
Espero que todos os nosso visitantes tenham tido um Natal tão quente e Feliz quanto o nosso.
Quanto à passagem de Ano vemo-nos por Amesterdão!!!!
21/12/10
Fredericos de Terraiozinho Judaico cópio, Feliz Natal, Merry Christmas, Frohe Weichnachten
A patinar para os Jogos Olímpicos de 2014
Parece que surpreendentemente Portugal tem presença assegurada em Sochi 2014.
Apesar de ter sido a primeira vez que calcei uns patins de gelo, o espetáculo foi deslumbrante e só penso em estar presente na Rússia em 2014 nos Jogos Olímpicos de Inverno. Vejam o vídeo a seguir e vão podê-lo comprová-lo
Desculpem, mas vídeo está deitado e não sei como Rodá-lo :)
Apesar de ter sido a primeira vez que calcei uns patins de gelo, o espetáculo foi deslumbrante e só penso em estar presente na Rússia em 2014 nos Jogos Olímpicos de Inverno. Vejam o vídeo a seguir e vão podê-lo comprová-lo
Desculpem, mas vídeo está deitado e não sei como Rodá-lo :)
17/12/10
Com o frio, a neve e o gelo a apertar nada melhor que os vídeos para Alegrar!!
Parece que o frio e a neve vieram para ficar. Flensburg acorda vestida de branco e o sol já não é capaz de fazer nada contra o gelo que se instalou. Neste momento o caos é a palavra de ordem nas estradas de Flensburg. Os horários não existem mais na Alemanha pois não à nada a fazer contra a imbolização que se verifica nestes dias. São carros a patinar, carros a avariar, estradas congestionadas...
Enfim, está o tempo ideal para estar à lareira, comendo umas belas castanhas. Como não é possível :) deixo-vos uns belos vídeos que vão fazer todos rir com certeza.
GruBe desde esta terra bem gelada
Enfim, está o tempo ideal para estar à lareira, comendo umas belas castanhas. Como não é possível :) deixo-vos uns belos vídeos que vão fazer todos rir com certeza.
GruBe desde esta terra bem gelada
Um vídeo em honra ao nosso grande Johny Angel!!
Cançãode Natal em Português dá show na Festa de Natal dos Estudantes Internacionais (com a nossa ajuda claro)
Mais uma prova de que estamos prontos para ir a Istambul e espalhar magia por terras Turcas
05/12/10
Shleswig-Holstein Bilhete, Viajar e não só por pouco
Ontem foi dia de mais uma viajem neste nosso Erasmus que está breve a chegar à metade da duração.
Desta vez não saímos para muito longe, indo até Lubeck (150 km de Flensburg).
Ainda não tinha explicado mas aqui na Alemanha a melhor forma de andar de comboio é em grupo, sendo que no nosso Estado existe um bilhete que permite andar até Hamburgo um dia inteiro por apenas 6 euros (30 por 5 pessoas), visitando os sítos que quisermos neste período.
Ontem foi dia de aproveitar este bilhete ao máximo começando as 8 e só chegando a casa às 3 da manhã.
Lubeck cidade património Heritage da Unesco, de edificações bem antigas, da era medieval. Tal como Flensburg não foi muito afetada pelos bombardeamentos da 2ª Guerra Mundial.
Conserva um património de grande valor arquitetónico tais como, aquela que é considerada o protótico das catedrais/igrejas do norte da europa, a nível de estilo. As já famosas igrejas em tijolo com telhados em cobre.
Outra das caraterísticas de Lubeck, é o fato de a parte velha da cidade estar concentrada numa pequena ilha de 2:1 km, o que fez com que ficasse densamente habitada, sendo os jardins e traseiras das casas, na era medieval, ocupadas por novas casas. Isto deu a origem a enormes caminhos pelo meio das casas, com túneis a romper por debaixo de algumas delas.
Todas estas caraterísticas fazem desta pequena cidade um belo local a visitar, tanto mais nesta altura, devia a um dos mais famosos Mercados de Natal da Região Norte da Alemanha.
Por último, não deixar de falar no Marzipan, doce tradicional de Lubeck, semelhante aos doces de amêndoas bem caraterísticos do nosso Algarve.
Como Portugueses que somos tivemos de aproveitar o bilhete ao máximo e fomos a seguir a Lubeck, visitar Hamburgo, desta vez uma viagem mais virada para a parte noturna da cidade.
Ainda não tinhamos tido o privilégio de estar na mundialmente famosa Reeperbahn, zona onde o mundo da indústria do sexo, passa por uma coisa banal, como qualquer outro negócio.
Passamos pela famosa Herbertstraße onde só é permitida a entrada a homens com mais de 18 anos.
Uma rua onde os detalhes ficam para outra altura :)
Foi um dia em cheio onde pelo preço do transporte nem parecia estarmos na Alemanha
...
02/12/10
Cai neve em Flensburg, faz sol no meu país...
Antes de mais Entschuldigung (desculpa em alemão), a todos os nossos leitores, pela falta de notícias nos últimos dias.
O trabalho começa a apertar e o tempo a escassear.Claro que o tempo (e Euros :)) para festas e viagens também está a encurtar, mas mesmo assim continuamos a tentar conciliar tudo.
De destacar nestes últimos dias os primeiros nevões, e o intenso frio que tem começado a fazer, além de que, na passada 3ªfeira, houve uma pequena cheia perto do fiorde.
Além de todos estes fenómenos climáticos, de realçar a abertura do Flensburger Weihnachtsmarkt, Mercado de Natal de Flensburg, coisa muito caraterística para esta altura, nos países do centro e norte da Europa.
Nesta 4ª feira, dia 1-12-2010, de forma a comemorar o nosso Feriado em Portugal de Independência face a Espanha, demos uma visita pelo Weichnachtsmarkt, com os nossos colegas de Curso, e bebemos o famoso Gluwine, ou seja, vinho tinto quente para português entender.
Com este frio que se faz sentir cai muito bem, e aconselho a todos experimentarem.
Além de todos estes fenómenos climáticos, de realçar a abertura do Flensburger Weihnachtsmarkt, Mercado de Natal de Flensburg, coisa muito caraterística para esta altura, nos países do centro e norte da Europa.
Nesta 4ª feira, dia 1-12-2010, de forma a comemorar o nosso Feriado em Portugal de Independência face a Espanha, demos uma visita pelo Weichnachtsmarkt, com os nossos colegas de Curso, e bebemos o famoso Gluwine, ou seja, vinho tinto quente para português entender.
Com este frio que se faz sentir cai muito bem, e aconselho a todos experimentarem.
Parece que os dias de Sol em Flensburg já lá vão!! Agora é tempo de vestirmos toda a roupa que temos e tentarmos sobreviver a todo este clima gélido que por aqui se instalou. Espero poder publicar mais umas belas fotos dentro em breve, onde vão poder ver a transformação que uns poucos dias de neve, fizeram na paisagem de Flensburg.
Espero que nos continuem a visitar e a deixar os vossos comentários
Grüße!!
23/11/10
Já neva em Flensburg
Olha Olha, o primeiro nevão em Flensburg. é caso para recitar este belo poema que todos nós conhecemos:
A NEVE (a)
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim...
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim...
É talvez a ventania;
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento, com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudade, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
de uns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
- depois em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos... enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na natureza...
– e cai no meu coração.
Augusto Gil - Luar de Janeiro, 1909
Hej Stockolm Hej då Stockolm (Olá Estocolmo Adeus Estocolmo)
Vida de Erasmus é isto, correr o mais que se poder de um lado para o outro, tentar conhecer o máximo de pessoas e sítios possível. E foi o que aconteceu em mais um fim de semana como vão ver de seguida :)
1ºDia
Tendo em conta tal dica, este fim de semana, fomos descobrir a capital da Suécia e da Escandinávia, Estocolmo.
Com a ajuda da nossa amiga Ryanair lá partimos nós mais uma vez bem cedo, abastecidos com umas belas toneladas de ração de combate (bela da sandes com pão de forma), já que constava que o custo de vida desta cidade não é o mais convidativo à carteira de um normal cidadão português.
O frio que seria de esperar foi logo confirmado à saída do avião. Que gelo...Que "barbeiro"!!
Como já é normal na Ryanair,vamos parar sempre a aeroportos um tanto ou quanto remotos das cidades, mas como já era tudo de esperar, tínhamos ónibus à espera.
Chegados à capital das ilhas (suspensa em 14 no total),e após o habitual check in no hostel,lá fomos nós (quais vikings?) à conquista da capital da Escandinávia.
Começámos pelo ponto que na minha opinião, é um dos mais bonitos,Gamla Stan,uma ilha em jeito de colina, onde está localizada a parte mais velha da cidade.
Para a primeira noite fomos a um belo de um pub irlandês,onde uma banda folk típica Irlandesa estava a tocar. Muito bom ambiente, acolhedor e quente, como típico do norte da Europa, já que na rua não se pode estar.
Apesar de as pernas e a cabeça nos quererem enviar bem cedinho para a cama, eu e o Rúben (o amigo Turco e a amiga Geórgia não resistiram), fomos para a primeira das longas caminhadas que realizamos pela cidade (+-50km no total!!).
Apesar da forte neve que caía tivemos o troco merecido, ou seja, vistas muito boas sobre esta cidade, rodeada de água.
2ºDia
Como já é normal, apesar do cansaço, qualquer viajante que se preze levanta-se bem cedo e numa cidade como Estocolmo em que o Sol se põe nesta altura as 3-4h da tarde, a luz do dia tem de ser o mais aproveitada possível.
Para começar demos uma visita ao mercado de Natal da cidade, na zona antiga (tal como na Alemanha em muitos dos países desta zona da Europa, os mercados de natal são um dos símbolos desta época do ano),onde provamos algumas das iguarias tradicionais da Suécia que nos deixaram de água na boca.
De seguida como qualquer bom turista :), lá fomos ao típico render da guarda, para um qualquer regime monárquico, onde os guardas tinham a caraterística de darem um passo bastante cómico.
Com a tarde a chegar fomos a mais umas ilhas, Skepps-Holmen (mais museus relativos a arte, arquitetura e história da Suécia) e Djurgården, onde visitamos o Vasa Museum.
Para quem pensa que o país do Ikea é dos melhores a trabalhar a madeira e que engenharia, organização e perfeição é com eles, este museu é a prova de que nem tudo isto é verdade.
Precisava o Rei da Suécia em 16.. de mostrar o seu poder à Prússia, e mandou fazer um imponente barco de guerra com este objetivo. Para infeliz sorte do povo e rei Sueco, este barco não andou mais de 20 minutos aqui nos fiordes de Estocolmo, tendo ido ao fundo (Qual Titanic?), devido a uns "pequenos" erros de cálculos.Só 400 anos depois em 196.. o barco foi recuperado e colocado neste museu, onde se pode ter uma imagem da grandiosidade e da obra prima que era o tal Vasa.
Barcos ao fundo, era hora de ir ver algo nunca visto, e que melhor e mais indicado do que um bar na grande maioria construído em gelo.
Apesar de não ser uma das melhores coisas para proteger o planeta do aquecimento global, já que imagino que para manter os blocos de gelo intatos, serão necessários uns belos Mw de energia, a experiência foi única.Nunca antes tínhamos bebido algo em copos de gelo, estado entre paredes, balcões e bancos de gelo.
Como seria de esperar apesar do cansaço não resistimos a uma proposta de umas finlandesas e lá fomos a um clube zona de Sodermalm. Muita dança e muita cantoria à mistura, como seria de esperar lá ficamos até nos mandarem embora.
(Neste momento pensamos ser os portugueses que mais músicas em Turco e do Besitkas sabemos. Põe-te a pau Joana, que chego a Portugal a saber mais de Turco que tu e a parecer que também estive a fazer Erasmus por aí, Tamam??!!)
3ºDia
Último Dia, aproveitamos para fazer mais uma dezena de quilómetros e ir à zona mais glamourosa da cidade onde o contraste de grandes vivendas, floresta e fiorde, têm um encanto especial Djurgarden.
Mais ou menos perdidos, lá demos com um mercado, onde descobrímos uma sueca que viveu no nosso país irmão durante um ano, e que nos deu a provar alguns dos melhores queijos que comi até hoje.
De volta ao centro da cidade fomos receber a nossa amiga Russa que se lembrou de gastar uns belos euros para passar apenas algumas horas na cidade.
Como o cansaço era muito e as pernas já não aguentavam comigo estava a chegar o fim de mais uma bela jornada.
No fim à que dizer:
Hej då Stockolm e até um dia destes, pois voltarei no Verão num dos próximos anos com certeza.
E só em geito de despedida deixo aqui uma expressão que ficou na memória, isto porque que o rececionista do hostel onde dormimos respondia a todas as nossas perguntas com um:
NO WORRIES!!
NO WORRIES!!
1ºDia
Tendo em conta tal dica, este fim de semana, fomos descobrir a capital da Suécia e da Escandinávia, Estocolmo.
Com a ajuda da nossa amiga Ryanair lá partimos nós mais uma vez bem cedo, abastecidos com umas belas toneladas de ração de combate (bela da sandes com pão de forma), já que constava que o custo de vida desta cidade não é o mais convidativo à carteira de um normal cidadão português.
O frio que seria de esperar foi logo confirmado à saída do avião. Que gelo...Que "barbeiro"!!
Como já é normal na Ryanair,vamos parar sempre a aeroportos um tanto ou quanto remotos das cidades, mas como já era tudo de esperar, tínhamos ónibus à espera.
Chegados à capital das ilhas (suspensa em 14 no total),e após o habitual check in no hostel,lá fomos nós (quais vikings?) à conquista da capital da Escandinávia.
Começámos pelo ponto que na minha opinião, é um dos mais bonitos,Gamla Stan,uma ilha em jeito de colina, onde está localizada a parte mais velha da cidade.
Para a primeira noite fomos a um belo de um pub irlandês,onde uma banda folk típica Irlandesa estava a tocar. Muito bom ambiente, acolhedor e quente, como típico do norte da Europa, já que na rua não se pode estar.
Apesar de as pernas e a cabeça nos quererem enviar bem cedinho para a cama, eu e o Rúben (o amigo Turco e a amiga Geórgia não resistiram), fomos para a primeira das longas caminhadas que realizamos pela cidade (+-50km no total!!).
Apesar da forte neve que caía tivemos o troco merecido, ou seja, vistas muito boas sobre esta cidade, rodeada de água.
2ºDia
Como já é normal, apesar do cansaço, qualquer viajante que se preze levanta-se bem cedo e numa cidade como Estocolmo em que o Sol se põe nesta altura as 3-4h da tarde, a luz do dia tem de ser o mais aproveitada possível.
Para começar demos uma visita ao mercado de Natal da cidade, na zona antiga (tal como na Alemanha em muitos dos países desta zona da Europa, os mercados de natal são um dos símbolos desta época do ano),onde provamos algumas das iguarias tradicionais da Suécia que nos deixaram de água na boca.
De seguida como qualquer bom turista :), lá fomos ao típico render da guarda, para um qualquer regime monárquico, onde os guardas tinham a caraterística de darem um passo bastante cómico.
Com a tarde a chegar fomos a mais umas ilhas, Skepps-Holmen (mais museus relativos a arte, arquitetura e história da Suécia) e Djurgården, onde visitamos o Vasa Museum.
Para quem pensa que o país do Ikea é dos melhores a trabalhar a madeira e que engenharia, organização e perfeição é com eles, este museu é a prova de que nem tudo isto é verdade.
Precisava o Rei da Suécia em 16.. de mostrar o seu poder à Prússia, e mandou fazer um imponente barco de guerra com este objetivo. Para infeliz sorte do povo e rei Sueco, este barco não andou mais de 20 minutos aqui nos fiordes de Estocolmo, tendo ido ao fundo (Qual Titanic?), devido a uns "pequenos" erros de cálculos.Só 400 anos depois em 196.. o barco foi recuperado e colocado neste museu, onde se pode ter uma imagem da grandiosidade e da obra prima que era o tal Vasa.
Barcos ao fundo, era hora de ir ver algo nunca visto, e que melhor e mais indicado do que um bar na grande maioria construído em gelo.
Apesar de não ser uma das melhores coisas para proteger o planeta do aquecimento global, já que imagino que para manter os blocos de gelo intatos, serão necessários uns belos Mw de energia, a experiência foi única.Nunca antes tínhamos bebido algo em copos de gelo, estado entre paredes, balcões e bancos de gelo.
Como seria de esperar apesar do cansaço não resistimos a uma proposta de umas finlandesas e lá fomos a um clube zona de Sodermalm. Muita dança e muita cantoria à mistura, como seria de esperar lá ficamos até nos mandarem embora.
(Neste momento pensamos ser os portugueses que mais músicas em Turco e do Besitkas sabemos. Põe-te a pau Joana, que chego a Portugal a saber mais de Turco que tu e a parecer que também estive a fazer Erasmus por aí, Tamam??!!)
3ºDia
Último Dia, aproveitamos para fazer mais uma dezena de quilómetros e ir à zona mais glamourosa da cidade onde o contraste de grandes vivendas, floresta e fiorde, têm um encanto especial Djurgarden.
Mais ou menos perdidos, lá demos com um mercado, onde descobrímos uma sueca que viveu no nosso país irmão durante um ano, e que nos deu a provar alguns dos melhores queijos que comi até hoje.
De volta ao centro da cidade fomos receber a nossa amiga Russa que se lembrou de gastar uns belos euros para passar apenas algumas horas na cidade.
Como o cansaço era muito e as pernas já não aguentavam comigo estava a chegar o fim de mais uma bela jornada.
No fim à que dizer:
Hej då Stockolm e até um dia destes, pois voltarei no Verão num dos próximos anos com certeza.
E só em geito de despedida deixo aqui uma expressão que ficou na memória, isto porque que o rececionista do hostel onde dormimos respondia a todas as nossas perguntas com um:
NO WORRIES!!
NO WORRIES!!
18/11/10
Quem disse que não se comia bacalhau em Flensburg?
Quem disse que não se
comia bacalhau em Flensburg?!
Pois é...
Só temos a dizer obrigada à nossa amiga Brasileira, Rute e à sua amiga Mareike
que nos proporcianaram um belo de um jantar :)
Estas nossas amigas fazem parte de uma Associção, Weltburger Cidadãos Do Mundo, que tem como principal objetivo a ajuda a estudantes estrangeiros que cheguem a Flensburg.
Desde já o nosso muito obrigado, danke, pela noite proporcianada :)
E agora é voar para Estocolmo!
Daremos todas as novidades em Breve
Tshus
13/11/10
Porque estar na Alemanha não é só Festa e Viagens
Esta semana decidi escrever sobre o que vamos andar por aqui a fazer a nível académico.
Para todos aqueles que já começavam a imaginar que a nossa vida ía ser só diversão, fiquem enganados.
Em princípio vamos fazer ao todo 6 cadeiras.
A primeira é a da nossa querida Língua Alemã.
Depois estamos inscritos em Green Engeneering, Shapping Sustainable Energy Systems, Biofuel and Combustion Engines, Sustainable Energy Planning in Rural Areas e Minigrids and Hybrid Systems (esta última não temos a certeza se vamos ou não fazer).
Neste momento estamos a trabalhar em dois projetos para cada um dos cursos, Green Engeneering e Shapping Sustainable.
O primeiro tem por objetivo projetar alterações no Campus aqui em Flensburg de forma a torná-lo mais sustentável a todos os níveis, nomeadamente, energéticos, resíduos e águas (nós estamos mais na parte de eficiência energética).
O segundo consiste em projetar uma América do Sul sustentável ao nível de produção energética em 2050, com meta de 100% renováveis.
Estamos integrados num grupo de trabalho alemão e o outro um pouco mais internacional.
Estamos confiantes de que vão ser dois projetos capazes de nos enriquecer muito a nível pessoal, e quem sabe deixar as sementes para o que poderá vir a ser uma futura tese.
Não esquecer que no próximo fim de semana vamos andar por Estocolmo portanto já sabem onde nos podem encontrar.
Tshus e danke a todos os que têm acompanhado e elogiado o blogue.
Para todos aqueles que já começavam a imaginar que a nossa vida ía ser só diversão, fiquem enganados.
Em princípio vamos fazer ao todo 6 cadeiras.
A primeira é a da nossa querida Língua Alemã.
Depois estamos inscritos em Green Engeneering, Shapping Sustainable Energy Systems, Biofuel and Combustion Engines, Sustainable Energy Planning in Rural Areas e Minigrids and Hybrid Systems (esta última não temos a certeza se vamos ou não fazer).
Neste momento estamos a trabalhar em dois projetos para cada um dos cursos, Green Engeneering e Shapping Sustainable.
O primeiro tem por objetivo projetar alterações no Campus aqui em Flensburg de forma a torná-lo mais sustentável a todos os níveis, nomeadamente, energéticos, resíduos e águas (nós estamos mais na parte de eficiência energética).
O segundo consiste em projetar uma América do Sul sustentável ao nível de produção energética em 2050, com meta de 100% renováveis.
Estamos integrados num grupo de trabalho alemão e o outro um pouco mais internacional.
Estamos confiantes de que vão ser dois projetos capazes de nos enriquecer muito a nível pessoal, e quem sabe deixar as sementes para o que poderá vir a ser uma futura tese.
Não esquecer que no próximo fim de semana vamos andar por Estocolmo portanto já sabem onde nos podem encontrar.
Tshus e danke a todos os que têm acompanhado e elogiado o blogue.
08/11/10
Ich bin ein Berliner
Dia 1
Mais um fim de semana mais uma viagem.
E que sítio melhor para viajar do que Berlim, a cidade que considero ser a capital da Europa, e que tem toda uma história que demonstra quantos muros se tiveram de derrubar para chegar ao espírito de uma União Europeia!
Com comboio marcado para bem cedo, lá partimos nós rumo à cidade onde tudo é possível.
Com todo o conforto que os comboios alemãs nos podem oferecer, chegamos ao início da tarde, tendo servido a viagem para saber algumas coisas da cidade, jogar umas cartas e petiscar umas coisas.
Tratado o check in no hostel, lá fomos nós à primeira investida sobre Berlim, mais concretamente à grande Torre Fernsehturm (365 m), construída na década de 60, de forma a mostrar o poderio do Leste em relação ao Oeste de Berlim, ou seja do Comunismo face ao Capitalismo.
Apesar da chuva houve oportunidade para um primeiro passeio, pela zona da ilha dos Museus (onde estão concentrado alguns dos museus mais importantes da cidade incluindo a catedral de Berlim).
Quanto à noite, foi de arromba, como é de esperar numa cidade como Berlim. Como a cidade é enorme e o conhecimento dos bares não era muito grande, decidimos optar por fazer um Tour alternativo, onde nos levaram a alguns dos bares mais estranhos por onde passei até hoje.
Por exemplo um bar gótico, onde o interior mais se assemelhava a uma catedral, cheia de pessoas com pretensões a serem Vampiros ou Diabos bebendo algo semelhante a sangue :). Outro bar, marcava a diferença, por ter no interior uma mesa de Ping-Pong, onde a galera jogava à Roda.
E para terminar o dia da melhor forma nada melhor que um club numa zona de antigas fábricas, para bater um pezinho de dança.
Dia 2
A muito custo lá se levantou tudo, após uma curta noite de sono, para desfrutar de mais um dia em Berlim.
O Ponto de partida foi Branderburger Tor, a porta de entrada de Berlim, e principal símbolo de uma Alemanha reunificada.
Aqui tínhamos à espera um jovem guia, que se revelou fantástico, a forma como ele falava de Berlim e de toda a sua história foi brilhante, demonstrando o quanto ele adorava a cidade.
Explicados alguns dos detalhes da história da Alemanha, de Berlim e desta área da cidade, seguimos caminho até a um dos momentos mais estranhos mas ao mesmo tempo mais emocionantes da atual Berlim, o Memorial ao Holocausto, composto por milhares de blocos de cimento. Tal como o guia nos disse, não há explicação para a forma do monumento, sendo que o objetivo é fazer as pessoas, chegar às suas próprias conclusões, daquilo que ele representa.
Continuando a visita passamos por alguns dos sítios mais famosos, tanto do regime fascista, como do período da Berlim dividida, Buncker onde Hitler morreu (atualmente um parque de estacionamento :)), edifícios administrativos, Check Point, Universidade, Catedrais,partes do Muro e alguns Museus.
Para finalizar esta visita guiada foi-nos contada de uma forma excecional a forma de como se deu a queda do Muro e dos passos políticos dados até se dar o dia 4 de Outubro de 1989.
Apesar do cansaço,o dia não podia terminar cedo. Próxima estação seria o East Side Galerie (maior troço do Muro de Berlim ainda de pé), onde estão pintados alguns memoriais relativos a Berlim e à sua história.
Com um dia tão cansativo, nada melhor para restaurar energias, que um belo jantar num típico restaurante alemã, com a bela da cerveja e prato alemães.
Desta vez fiquei-me por um bife, que pelo que me pareceu se assemelhava a fiambre, que caiu que nem ginjas.
Dia 3
Como a noite anterior tinha sido puxada e ainda restavam muitos sítios para ver ou voltar a ver, nada melhor que uma incursão sozinha por Berlim à noite. Momento para pensar em todas as lições que a história desta cidade nos pode ensinar, e que apesar de muitos muros aparecerem durante a nossa vida, é possível derrubá-los.
Último dia em Berlim, foi um pouco mais leve, ficando-me por uma visita ao Reichstag, Parlamento Alemão e antigo palácio do Imperador da antiga Prússia e da Alemanha.
Com muita história e mais uma série de aventuras na bagagem, lá se partiu ao ponto de partida, mas com a promessa de voltar e tentar da próxima vez não ser tanto um turista mas mais um Berliner :), e encontrar claro está o Xaral Pedro Moura e o Sr. Hugo Estrela.
Mais um fim de semana mais uma viagem.
E que sítio melhor para viajar do que Berlim, a cidade que considero ser a capital da Europa, e que tem toda uma história que demonstra quantos muros se tiveram de derrubar para chegar ao espírito de uma União Europeia!
Com comboio marcado para bem cedo, lá partimos nós rumo à cidade onde tudo é possível.
Com todo o conforto que os comboios alemãs nos podem oferecer, chegamos ao início da tarde, tendo servido a viagem para saber algumas coisas da cidade, jogar umas cartas e petiscar umas coisas.
Tratado o check in no hostel, lá fomos nós à primeira investida sobre Berlim, mais concretamente à grande Torre Fernsehturm (365 m), construída na década de 60, de forma a mostrar o poderio do Leste em relação ao Oeste de Berlim, ou seja do Comunismo face ao Capitalismo.
Apesar da chuva houve oportunidade para um primeiro passeio, pela zona da ilha dos Museus (onde estão concentrado alguns dos museus mais importantes da cidade incluindo a catedral de Berlim).
Quanto à noite, foi de arromba, como é de esperar numa cidade como Berlim. Como a cidade é enorme e o conhecimento dos bares não era muito grande, decidimos optar por fazer um Tour alternativo, onde nos levaram a alguns dos bares mais estranhos por onde passei até hoje.
Por exemplo um bar gótico, onde o interior mais se assemelhava a uma catedral, cheia de pessoas com pretensões a serem Vampiros ou Diabos bebendo algo semelhante a sangue :). Outro bar, marcava a diferença, por ter no interior uma mesa de Ping-Pong, onde a galera jogava à Roda.
E para terminar o dia da melhor forma nada melhor que um club numa zona de antigas fábricas, para bater um pezinho de dança.
Dia 2
A muito custo lá se levantou tudo, após uma curta noite de sono, para desfrutar de mais um dia em Berlim.
O Ponto de partida foi Branderburger Tor, a porta de entrada de Berlim, e principal símbolo de uma Alemanha reunificada.
Aqui tínhamos à espera um jovem guia, que se revelou fantástico, a forma como ele falava de Berlim e de toda a sua história foi brilhante, demonstrando o quanto ele adorava a cidade.
Explicados alguns dos detalhes da história da Alemanha, de Berlim e desta área da cidade, seguimos caminho até a um dos momentos mais estranhos mas ao mesmo tempo mais emocionantes da atual Berlim, o Memorial ao Holocausto, composto por milhares de blocos de cimento. Tal como o guia nos disse, não há explicação para a forma do monumento, sendo que o objetivo é fazer as pessoas, chegar às suas próprias conclusões, daquilo que ele representa.
Continuando a visita passamos por alguns dos sítios mais famosos, tanto do regime fascista, como do período da Berlim dividida, Buncker onde Hitler morreu (atualmente um parque de estacionamento :)), edifícios administrativos, Check Point, Universidade, Catedrais,partes do Muro e alguns Museus.
Para finalizar esta visita guiada foi-nos contada de uma forma excecional a forma de como se deu a queda do Muro e dos passos políticos dados até se dar o dia 4 de Outubro de 1989.
Apesar do cansaço,o dia não podia terminar cedo. Próxima estação seria o East Side Galerie (maior troço do Muro de Berlim ainda de pé), onde estão pintados alguns memoriais relativos a Berlim e à sua história.
Com um dia tão cansativo, nada melhor para restaurar energias, que um belo jantar num típico restaurante alemã, com a bela da cerveja e prato alemães.
Desta vez fiquei-me por um bife, que pelo que me pareceu se assemelhava a fiambre, que caiu que nem ginjas.
Dia 3
Como a noite anterior tinha sido puxada e ainda restavam muitos sítios para ver ou voltar a ver, nada melhor que uma incursão sozinha por Berlim à noite. Momento para pensar em todas as lições que a história desta cidade nos pode ensinar, e que apesar de muitos muros aparecerem durante a nossa vida, é possível derrubá-los.
Último dia em Berlim, foi um pouco mais leve, ficando-me por uma visita ao Reichstag, Parlamento Alemão e antigo palácio do Imperador da antiga Prússia e da Alemanha.
Com muita história e mais uma série de aventuras na bagagem, lá se partiu ao ponto de partida, mas com a promessa de voltar e tentar da próxima vez não ser tanto um turista mas mais um Berliner :), e encontrar claro está o Xaral Pedro Moura e o Sr. Hugo Estrela.
Lúcia em Flensburg
Semana de sorte para o meu amigo Rúben.
A sua namorada Lúcia, veio visitá-lo e claro está, Rúben mais Lúcia mais Ricardo é sinónimo de muita risada.
Apesar de não ter estado muito tempo no meio do casal, deu para ver ver que o amor continua no ar, e que veio para ficar.
Esperamos voltar a ver-te Lúcia!!
01/11/10
Ferienhaus Party und surfen
Tal como esperava o último fim de semana de Outubro foi qualquer coisa de formidável e de surpreendente.
Se alguém me dissesse em Portugal antes de vir para a Alemanha, que iria ter oportunidade de aprender kitesurf e surfar eu não acreditaria.
Pois é, esse foi o objetivo deste fim de semana, além de conhecer mais uma série de pessoal (só apanho pessoal que apesar da tenra idade já têm muito para contar),
Pranchas a bordo, comida e bebida e lá partimos nós, mais uma vez rumo à Dinamarca, mais especificamente Hvide Sande.
Exibir mapa ampliado
Esta zona da Dinamarca tem a particularidade de ter a pouca distância, mar e fiorde (Ringkjøbing Fjorde). Não é por acaso que uma das maiores empresas de eólicas, Vestas vem desta parte do nosso Mundo, aqui o vento parece nunca acabar. É ver a quantidade de turbinas que por esta zona rodam e rodam sem nunca mais parar.
Tal como me tinha sido dito pelo organizador da viagem, Paul Girolstein, a quem tenho de dar um enorme Danke pelo convite, estaríamos durante estes dias numa típica casa de férias, com sauna, jacuzzi numa zona bem calma, pontinha para nós tirarmos o seu sossego.
O diálogo tal como já esperava foi o ponto mais difícil, pois entre os 12 alemãs que foram (e eu claro) o alemão era a língua mãe. Sendo assim deparei-me muita vez a passar completamente ao lado das conversas que eles mantinham só interrompidas por um "can you translate me please".
Passado o dia de chegada, onde se deu primazia ao diálogo e descanso, lá fomos nós para um primeiro dia de kitesurf, onde eu não tive logo coragem de participar (isto de não ter trazido material de Portugal ficou-me atravessado na garganta) pois isto de a água estar a uns 5-10 ºC não é flor que se cheire para um português.
Deu para ver que o pessoal que foi comigo domina a situação, e para eles andar em cima de água com um papagaio :) , é como para mim dobrar malhas.
Chegados a casa, nada melhor que uma bela de uma sauna para tirar o frio do corpo, claro está com um bela de uma cerveja a acompanhar. Já deu para ver que um dos sucessos para estes países é a capacidade de aguentar os choques térmicos. Nunca iria imaginar, que o saudável a seguir a uma sauna de 80ºC, seria o belo do frio exterior, capaz de estar a uns bons 0-5ºC. Penso que a minha mãe não acharia muita graça a tal coisa, mas a verdade é que parece que resulta.
3º Dia lá vinha a minha prenda, ou seja uma aula de kitesurf dada pelo Paul no fiorde. Condições ótimas para a aprendizagem, aliadas a um bom professor (a parte do bom aluno só o professor poderá dizer), permitiram-me finalmente ter uma ideia de como praticar este fantástico desporto (à 4 anos atrás na caparica tal não foi possível devido ao fraco vento). Foi uma experiência brutal, que deixou o bichinho cá dentro.
Apesar de o frio me ter tentado vencer durante este dia, ainda consegui ir ao mar tentar dar uma surfada.
E para concluir este dia nada melhor que sauna, bebida e convívio com esta malta alemã como poderão ver nos seguintes vídeos:
Foi um fim de semana inesquecível que acabou com a promessa de quando eles passarem por Portugal, terem estadia garantida no Ninhou!!
Se alguém me dissesse em Portugal antes de vir para a Alemanha, que iria ter oportunidade de aprender kitesurf e surfar eu não acreditaria.
Pois é, esse foi o objetivo deste fim de semana, além de conhecer mais uma série de pessoal (só apanho pessoal que apesar da tenra idade já têm muito para contar),
Pranchas a bordo, comida e bebida e lá partimos nós, mais uma vez rumo à Dinamarca, mais especificamente Hvide Sande.
Exibir mapa ampliado
Esta zona da Dinamarca tem a particularidade de ter a pouca distância, mar e fiorde (Ringkjøbing Fjorde). Não é por acaso que uma das maiores empresas de eólicas, Vestas vem desta parte do nosso Mundo, aqui o vento parece nunca acabar. É ver a quantidade de turbinas que por esta zona rodam e rodam sem nunca mais parar.
Tal como me tinha sido dito pelo organizador da viagem, Paul Girolstein, a quem tenho de dar um enorme Danke pelo convite, estaríamos durante estes dias numa típica casa de férias, com sauna, jacuzzi numa zona bem calma, pontinha para nós tirarmos o seu sossego.
O diálogo tal como já esperava foi o ponto mais difícil, pois entre os 12 alemãs que foram (e eu claro) o alemão era a língua mãe. Sendo assim deparei-me muita vez a passar completamente ao lado das conversas que eles mantinham só interrompidas por um "can you translate me please".
Passado o dia de chegada, onde se deu primazia ao diálogo e descanso, lá fomos nós para um primeiro dia de kitesurf, onde eu não tive logo coragem de participar (isto de não ter trazido material de Portugal ficou-me atravessado na garganta) pois isto de a água estar a uns 5-10 ºC não é flor que se cheire para um português.
Deu para ver que o pessoal que foi comigo domina a situação, e para eles andar em cima de água com um papagaio :) , é como para mim dobrar malhas.
Chegados a casa, nada melhor que uma bela de uma sauna para tirar o frio do corpo, claro está com um bela de uma cerveja a acompanhar. Já deu para ver que um dos sucessos para estes países é a capacidade de aguentar os choques térmicos. Nunca iria imaginar, que o saudável a seguir a uma sauna de 80ºC, seria o belo do frio exterior, capaz de estar a uns bons 0-5ºC. Penso que a minha mãe não acharia muita graça a tal coisa, mas a verdade é que parece que resulta.
3º Dia lá vinha a minha prenda, ou seja uma aula de kitesurf dada pelo Paul no fiorde. Condições ótimas para a aprendizagem, aliadas a um bom professor (a parte do bom aluno só o professor poderá dizer), permitiram-me finalmente ter uma ideia de como praticar este fantástico desporto (à 4 anos atrás na caparica tal não foi possível devido ao fraco vento). Foi uma experiência brutal, que deixou o bichinho cá dentro.
Apesar de o frio me ter tentado vencer durante este dia, ainda consegui ir ao mar tentar dar uma surfada.
E para concluir este dia nada melhor que sauna, bebida e convívio com esta malta alemã como poderão ver nos seguintes vídeos:
Oração em Alemão antes de jordar a trilha
Pôr os covanos da terrujem das babosas a piarem que o jardim do Camões era uma terrujem cópia pra diante revelou-se difícil. (Parece que eles sabem bem a crise que atravessamos)
Foi um fim de semana inesquecível que acabou com a promessa de quando eles passarem por Portugal, terem estadia garantida no Ninhou!!
27/10/10
25/10/10
1ª Incursão na cozinha Gourmet
Mais uma semana mais uma dose de aventuras.
Apesar de as aulas já terem começado, ainda que, com muitas dúvidas quanto às cadeiras que vamos escolher, na semana passada tivemos mais uma dose de bons momentos.
Na quinta foi uma cerimónia de entrega de um prémio (1000€), à melhor estudante internacional do ano passado, a nossa amiga Meenal, da Índia.
Como qualquer português disponibilizamo-nos a ajudar na preparação do buffet que seria oferecido após a entrega do prémio.
Este buffet a partir do momento em que os chefes Ruben e Ricardo entram em ação passa a ser especial, pois a risada e a cantoria na cozinha assim o dizem.
Tivemos a nossa primeira experiência com os mais sofisticados pratos do gourmet mundial atual, misturas de salmão cru, com philadelfia, com Caviar (Para comida mais cara para mim não vale nem um euro, sabe mesmo mal), pita, vegetais com fartura, espumante... do mais alto nível.
Parece que descobrimos um novo dom que talvez voltemos a por em prática.
A noite não acabou aqui já que passamos por um bar, onde consegui pela primeira vez na minha vida partir dois bonecos de matraquilhos, tendo acabado em mais uma sessão de Karaoke, onde eu e o Rúben espalhamos show, pois pela primeira vez cantamos em português, "Lambada".
No sábado tivemos oportunidade de ir a uma bela de uma sauna onde aproveitamos para repor energias, enquanto no domingo demos um passeio mais cultural ao museu da ciência local, onde fizemos algumas experiências e também uma reportagem para o canal de Tv de Flensburg como vão ver no seguinte vídeo:
Apesar de as aulas já terem começado, ainda que, com muitas dúvidas quanto às cadeiras que vamos escolher, na semana passada tivemos mais uma dose de bons momentos.
Na quinta foi uma cerimónia de entrega de um prémio (1000€), à melhor estudante internacional do ano passado, a nossa amiga Meenal, da Índia.
Como qualquer português disponibilizamo-nos a ajudar na preparação do buffet que seria oferecido após a entrega do prémio.
Este buffet a partir do momento em que os chefes Ruben e Ricardo entram em ação passa a ser especial, pois a risada e a cantoria na cozinha assim o dizem.
Tivemos a nossa primeira experiência com os mais sofisticados pratos do gourmet mundial atual, misturas de salmão cru, com philadelfia, com Caviar (Para comida mais cara para mim não vale nem um euro, sabe mesmo mal), pita, vegetais com fartura, espumante... do mais alto nível.
Parece que descobrimos um novo dom que talvez voltemos a por em prática.
A noite não acabou aqui já que passamos por um bar, onde consegui pela primeira vez na minha vida partir dois bonecos de matraquilhos, tendo acabado em mais uma sessão de Karaoke, onde eu e o Rúben espalhamos show, pois pela primeira vez cantamos em português, "Lambada".
No sábado tivemos oportunidade de ir a uma bela de uma sauna onde aproveitamos para repor energias, enquanto no domingo demos um passeio mais cultural ao museu da ciência local, onde fizemos algumas experiências e também uma reportagem para o canal de Tv de Flensburg como vão ver no seguinte vídeo:
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